ENTREVISTA COM BETO SANSOM

Beto Sansom, exausto, mas feliz, após a conquista do bi-campeonato de Marcas 2009/2010
Carioca, nascido em Jacarepaguá, a 4 de Abril de 1962, casado, pai de 2 rapazes de 17 e 22 anos, comerciante e apaixonado por automóveis, piloto e campeão das categorias do Turismo, simpatico, bem humorado e benquisto por seu colegas e clientes, esse é o perfil de José Roberto Lopes, o Beto Sansom.
Beto recebeu o velocidadeRio.com, na manhã desta última sexta-feira, 17/12, para uma entrevista sobre a sua carreira dentro e fora das pistas, duas semanas após a conquista do bi-campeonato estadual de Turismo, categoria Marcas, no Autódromo Internacional Nelson Piquet, Jacarepaguá.
velocidadeRio.com - Beto, de onde surgiu este apelido de Beto Sansom?
Beto Sansom - Da própria empresa que eu tenho, no Rio de Janeiro, chamada SanSom Auto Center, e, na realidade, parece irônico, eu não gostava de ser chamado de Beto Sansom. Começou durante a inscrição de minha matrícula (na FAERJ). O pessoal começou a me chamar de Beto Sansom e eu dizia "Não, eu sou José Roberto!" Foi um apelido imposto pelo próprio automobilismo. Me chamavam de Beto Sansom porque meu carro tinha a marca Sansom. Eu sempre fui chamado de Beto e, inclusive, era o nome que eu colacava na porta do carro - "Beto O+", indicando, também, o meu tipo sanguíneo, o que é obrigatório para o caso de algum acidente. Associaram, automaticamente, ao Sansom e ficou ... Beto Sansom. De lá pra cá, nunca mais consegui tirar esse nome.

Beto e seus inúmeros troféus em seu escritório
vRio - E seu interesse pelo automóvel? Não o automobilismo, mas do veículo em sí. Você sempre foi interessado e sempre trabalhou com automóveis?
Beto - Positivo. Eu trabalho com automóvel desde pequeno. Automóvel é a minha vida. Acho que desde antes de começar a andar eu já pensava em automóvel. Eu brincava, desmontava automóvel. Meu pai quando tinha carro, eu, desde pequeno, ficava no carro e queria lavar, queria limpar, queria mexer, fuçar, Fazia tudo pelo automóvel, sempre gostei. Trabalho com automóvel desde cedo e trabalho porque gosto. Trabalho na profissão que amo. É automobilismo, é peça, desmontar, montar e principalmente "acertar" o carro, principalmente "acertar", nos detalhes. Sempre foi meu foco, ver o carro nos detalhes, inclusive na competição.
vRio - Quando criança e, depois, adolescente, você acompanhava o automobilismo de competição?
Beto - Positivo, eu sempre acompanhei o automoblismo, dentro das limitações que o brasileiro tinha e eu não era diferente, que era ver a Fórmula Um, desde cedo. Acompanhei Emerson Fittipaldi, acompanhei Nelson Piquet, acompanhei Ayrton Senna. Tudo o que havia na televisão sobre automobilismo, eu estava atento. Só que na minha época, década de 80, década de 90, a gente só tinha canal aberto. Hoje não, a gente tem uma amplitude maior, a gente tem uma visão mais detalhada dos regionais e de todas as séries de automobilismo que passam no Brasil e no mundo.
vRio - E como foi o seu primeiro contato com o esporte? Foi em Jacarepaguá?
Beto - Correto. Exatamente em 1992, se não me falha a memória, fui ver uma corrida a convite de um amigo de Campo Grande, para vê-lo correr. E, de lá pra cá, passei a ser um corredor (piloto). Comprei, até, o carro dele. Do cara que me convidou. Foi um Passat, na época. Meu primeiro carro de corrida foi um Passat, amarelinho. Era 22 o número dele. E, daí em diante nunca parei de correr, só em caso de impossibilidade.

Beto Sansom, na 15° Etapa do Estadual de Marcas 2010
vRio - E quem era esse amigo?
Beto - Esse amigo, na verdade, dois amigos, eram José Ricardo e José Emílio. Eles eram pilotos e faziam parte da equipe Carvalhal. Equipe Carvalhal onde hoje eu corro, coincidentemente. Era o Carvalhal que "fazia" o carro deles, um Passat. Eu cheguei no final do Campeonato. Quando eu fui a essa corrida, convidado por eles, já era Outubro ou Novembro, última prova de ano. Vi a corrida, me emocionei, gostei muito e falei "Aqui é o meu lugar ....". E comprei o carro ali mesmo. Era a última corrida do ano, ele me fez o carro em várias prestações. No ano seguinte eu já ´tava na pista me desenvolvendo com o carro.
vRio - Era o que eu lhe perguntaria a seguir, ou seja, como e quando você começou a pilotar um carro de competição.
Beto - Foi exatamente isso. Em 1992 eu fui para a pista pela primeira vez. Em 1991, eu fui ao autódromo, gostei do que vi, comprei (o carro), no ano seguinte comecei a correr. Não cheguei a entrar em uma escola de pilotagem. Existia, na época, uma regra, não sei se ainda existe, hoje, que permitia a inscrição na categoria Novato (principiante), e se eu completasse 75% das voltas (da prova) eu teria direito a ter homologada a minha carteira, como Novato. E foi o que aconteceu. Eu consegui completar a prova inteira, como muita dificuldade, lá pelos últimos lugares, é claro, e "tirei" a minha primeira carteira pela FAERJ/CBA.
vRio - Bem, você, então se tornou piloto. Voce estava decidido a continuar no esporte. Alguma vez você pensou em se tornar profissional ou sempre foi uma atividade paralela a sua vida profissional (como comerciante)?
Beto - Com certeza eu nunca pensei, naquela época, em ser um piloto profissional. Porém. eu era um amante do automobilismo. Eu queria (sempre) correr de qualquer forma e sob qualquer pretexto. Mas não tinha ambição de ser um profissional. Até porque, em 1992, profissionais (no Brasil) eram raros. Se não me falha a memória a gente ouvia falar em Ingo Hoffman, Chico Serra, a mais alguns outros pilotos. O resto era de pilotos dependia de um forte patrocínio, como é até hoje. Hoje tem muito mais profissionais do ramo, vivendo do automobilismo, profissionalmente, em etapas nacionais e até em etapas internacionais. Nós tínhamos um currículo muito pequeno. Eu pensava era em correr na medida em que eu pudesse pagar, que eu pudesse sustentar (o esporte) com a empresa que eu tinha. E foi o que fui fazendo, até um dado momento quando aconteceu um acidente em minha vida que interrompeu a minha carreria no automobilismo.
vRio - Você conquistou, em 2010, o campeonato da Marcas, repetindo 2009. Fale sobre sua carreira no Automobilismo.
Beto - Na verdade, neste ano de 2010 eu me sagrei bi-campeão, dois títulos consecutivos, com o Corsa n° 5 e com o recorde da pista. Porém, eu já tinha sido campeão em 2007, na Super Light, com um Gol, n° 9, dividindo com Edmilson Maciel, que é um ótimo piloto. Sagramo-nos, os dois, campeões em 2007, com louvor, com um carro que era ótimo, Em 2008, na equipe Motor Fast, do conhecido preparador Marquinho, eu cheguei em 3° lugar, na Marcas, com um Peugeot, que era uma novidade na época, pra mim e pra todos. O Peugeot, até então, não vinha tendo uma boa performance. Muito bem preparado o carro, e eu cheguei em 3° lugar no Campeonato. E, agora, bi-campeão. E postulando outros campeonatos.
vRio - Fale, também, dos outros campeonatos de que você participou, do acidente que você teve, que foi marcante em sua vida.
Beto - Com certeza. Começando em ´92 como Novato, cheguei a 1995 quando disputei algumas provas da Copa Corsa, vinte por cento do campeonato, cerca de duas provas, no Rio. O campeonato de ´95 foi disputado quase todo em Goiânia. Participei do campeonato de 1996 e 1997 da mesma forma, ou seja, correndo uma ou outra prova. Nunca, porém, logrando êxito. Em 1998 eu ingressei em outra equipe, fazendo parceria com Marcos Mota, campeão de marcas, campeão de Corsa, preparador muito bom, piloto melhor ainda, Fizemos uma parceria com o nome de Sansom Motor Racing, em que tivemos, até o filho do Marcos, Kiko Mota, correndo com as Formulas Ford, Chevrolet e, mais na frente, a Formula Renault. Corri em ´98 e ´99 com o Marcos Mota, até que, em ´99 sofri um acidente muito sério. Em 10 de Julho de ´99, em uma corrida num sábado (eu nunca tinha corrido em um sábado), tive esse acdente após entrar na curva Norte. Colidi, de frente, com dois carros e tive fratura no pescoço, fraturando a cervical, quase morrendo. Fui reanimado, e levado para o hospital. Lá passei por vários procedimentos, tendo sido colocado um aparelho que perfurou a minha cabeça , pra poder unir as vértebras. Hoje, estou aqui, depois de 1999, conseguindo esses três títulos.
vRio - Você se recuperou totalmente desse acidente?
Beto - Com certeza. Esse acidente na verdade, foi um marco na minha vida, no automobilismo. Assim como o começo em 1992, eu ressurgi, em 2005, quando retornei, de uma forma mais vigorosa, mais cautelosa, mais observadora. Nem sempre "correr com o acelerador" faz a diferença. Comecei a correr mais com a cabeça, com inteligência, com tranquilidade, com equilíbrio, com performance.Tanto é que, daí em diante, dos campeonatos que disputei, em 2005 fui terceiro colocado na Super Light, em 2006, consegui todas as poles, ganhei a primeira prova e nas outras não cheguei por causa de quebras. Em 2007 fui campeão da Super Light, em 2008 fui terceiro colocado, em 2009 e 2010 bi-campeão.na Marcas.
vRio - Aqui no Rio a gente sofre com o calor e, os pilotos, muito mais. Você foi um que, no ano passado e, também neste ano, quase desmaiou na última corrida. Aliás, outros pilotos também. Você faz alguma preparação física regular?
Beto - Atualmente, faço. Até o ano passado, 2009, eu não fazia. Mas, seguindo orientação do meu "gurú", Jorge Cláudio Schuback, meu mestre, nesse assunto, ele me ensinou o que e como eu deveria fazer. E segui o ensinamento. Com muita dificuldade eu terminei o campeonato deste ano, sob forte pressão. O calor era demais, um calor que exauria qualquer ser humano, inclusive o próprio Schuback, que me ensinou a me alimentar e me preparar fisicamente pra poder suportar uma corrida, em uma situação de meia hora, 40 minutos, com a temperatura no carro chegando a 50 - 53 graus (centígrados), É de deixar qualquer ser humano em estado de febre. Mas eu aguentei. Foi muito forte, mas eu suportei.
vRio - Saindo das pistas. Em sua família, algum de seus dois filhos se interessa pelo esporte, pelo automobilismo?
Beto - Tem um ditado que diz: "filho de peixe, peixinho é!". Na minha família isso não funciona. Meus dois filhos, o mais velho com 22 anos e o mais moço com 17, nenhum dos dois se interessa pelo automobilismo. O de 22 nem carteira de habilitação tem. E nem quer. Ele prefere andar de ônibus. O de 17 nem fala em automóvel. Falar de autódromo, então, é castigo. Eles não gostam de carro. Ao mais velho eu fiz questão de dar uma carro, ele estuda em faculdade, mas ele não quiz. Gosta de andar de ônibus. É irônico, mas é verdade.
vRio - E sua esposa, o que acha do automobilismo?
Beto - Ela não gosta nem de ir ao autódromo. Pelo histórico que eu tenho de acidentes dentro e fora de circuitos automobilísticos, ela não vem ao autódromo com medo do que pode acontecer. Ela só fica em casa aguardando os resultados. Aí, me liga.
vRio - De volta às pistas. O que você acha da atual fase do automobilismo no Rio de Janeiro?
Beto - Bom, eu quero ser otimista. Sempre, na vida, eu sou otimista. Comparando com a pista aqui no Rio, eu sempre começo o campeonato lá em baixo, mas, sempre, com foco, para conseguir algo mais lá na frente. E eu espero a mesma coisa do (automobilismo) do Rio de Janeiro. A gente está em baixa. Nós somos a única federação do Brasil, que, em termos de autombilismo, foi pra trás. Todas as outras (dos estados) forma pra frente, cada uma na sua modalidade, só o automobilismo do Rio de Janeiro ficou atrás. Mas há esperança e o foco, é que nós tenhamos um autódromo regulamentado, dentro de prazo estipulado, e que a estrutura do automobilismo do Rio de Janeiro passe por uma melhora, em função, até, do que estão querendo fazer conosco, que é acabar com o Autódromo. Espero que recomece com um autódromo de padrão melhor, um padrão internacional, que traga uma boa fase para o automobilismo do nosso Rio de Janeiro, que tanto precisa. Em outras modalidades como a natação, o judô, até corrida de bicicleta têm acontecido melhoras, menos no automobilismo, que está em franca decadência.
vRio - O novo autódromo que se projeta para Deodoro, você acha que será o caminho? Há muita gente que acha que não, que é longe, é no subúrbio. Qual a sua opinião?
Beto - Bom, pra quem tem, como hoje, um autódromo em Jacarepaguá, que não é só bonito pelo que ele é e representa, mas, também, pelo local onde está (localizado) com vista exuberante, com montanhas, mar, (próximos), vistas que ninguém tem, e que será transferido para uma área onde não vamos ter essas vistas. Porém, se for benéfico para o automobilismo, se for bom para o esporte, eu vou concordar que vá para lá. Mas que seja feito. Que não fique só em promessas, porque contar com políticos não é muito confiável.
vRio - Que sugestões você daria para melhorar o nível das competições no Rio?
Beto - Bom, primeiro de tudo é ter um calendário com uma certa antecedência. Uma participação da FAERJ junto às entidades de mídia. A gente precisa de participação de empresas que possam fomentar a estrutura, mostrar o que é o campeonato, porque tem muita gente que nem sabe que temos um campeonato. Não vão às corridas porque não têm informação. A não ser pelos familiares de cada piloto, que fazem propaganda boca-a-boca, nós não temos uma boa divulgação. Tem muita gente que mora nos arredores do Rio de Janeiro e que não sabe que nós temos um campeonato. Gente de cidades como Macáe, Campos, Seropédica, Volta Redonda, que gostariam de participar de um campeonato. Eles participam de "rachas" e não vêm ou participam de nosso campeonato, por falta de informação. E a gente precisa dessa força junto à mídia e FAERJ.
vRio - A FAERJ já divulgou o calendário de 2011, quando nós teremos de volta as 20 etapas , como aconteceu em 2009. Então, já houve o que você solicitava que é a divulgação antecipada do calendário. Com relação ao regulamento, que esse ano suscitou um "monte" de reclamações, protestos, discordâncias, no que diz respeito ao "valor" (peso) dos pontos nas diversas fases do campeonato, o que você acha disso?
Beto - Bom, cada campeonato tem suas regras próprias. No caso, aqui, a pontuação é dividida em três etapas: uma fase com peso 1, outra com peso 1,5 e a última, 3 a 4 corridas, com peso 2,5. O que significa isso? Significa várias coisas. Você tem um campeonato que não é regular. Você pode começar, até, não pontuando muito bem, como foi o meu caso, nesses dois anos, começando com dificuldades no carro e, ao longo da competição, você tem chance de se recuperar. Há dois pontos de vista: dá para o piloto entrar no meio do caminho e aspirar o título e quem estiver no meio do caminho, inscrito desde o começo do ano, na etapa final não dá pra vacilar, porque os pontos são multiplicados por 2,5. Então é uma questão de visão. Já em outras praças, como São Paulo, o campeonato é regular. O ponto que vale no início da competição tem o mesmo valor (peso) até o final. O piloto e seu preparador já têm que ter outro critério de trabalho. Têm que trabalhar desde o começo, até o fim, na regularidade. Nesse sentido, o nosso (regulamento) desprivelegia a regularidade,. É possivel ter um piloto irregular, em termo de pontos e chegar ao final da temporada e ser campeão.
vRio - O que você considera mais benéfico? Pontos iguais para todas as etapas ou essa diferença?
Beto - Caro Alvim, o que é benéfico? Benéfico para o automobilismo ou para o piloto? Para o automobilismo, dependendo da praça, quando você quer "chamar" pilotos, esse tipo de pontuação (pesos diferentes) é benéfico. Porque para o automobilismo, passadas a primeira e segunda etapas dá ao piloto que entrar (no campeonato) chances de disputar o campeonato. E quando é regular, ou seja pontos iguais para todas as etapas, ele (o novo piloto) perde o interesse, porque ele já perdeu pontos, que em um campeonato regular, na segunda corrida, ele automaticamente, já está fora do campeonato. Pontos que, mesmo sendo regular o ano todo, ele já estará fora (da disputa) do campeonato. E nesse critério (pesos diferenciados) ele poderá começar, até na terceira etapa e, ainda, aspirar o título.
vRio - Quais são os seus planos para 2011?
Beto - Bom, isso é relativo, como tudo na vida. Mas eu tenho planos para correr um campeonato paulista ou, até, um brasileiro. Falta patrocínio, é claro. Mas eu estou trabalhando nisso. Uma das propostas, agora, é tentar fazer o Paulista. Estou me associando, tentando arrumar uma dupla, para um melhor custo-benefício, tanto técnico quanto financeiro, Será uma dupla carioca representando o Rio em um outro estado, no caso, São Paulo.
vRio - Já tem parceiro em vista?
Beto - Isso ainda é segredo. Mas, vai ser divulgado. Tem dois, com quem estou em negociação. Estamos só vendo o que falta. Provavelmente, antes do Natal, eu já tenha um posicionamento.
vRio - Você falou do Paulista. Mas você também pensa nesse novo Nacional (Marcas e Pilotos)?
Beto - Penso. Penso com muito carinho. Só estou esperando a divulgação dos detalhes que faltam, para analisar custo-benefício, ver empresas que se interessem, e outros patrocinadores, pra que a gente possa ingressar nesse brasileiro, que será uma competição interessante, com muita novidade técnica, e novidade, também, de pilotos. O círculo do automobilismo brasileiro, nesta última década, melhorou muito, em profissionalismo, em todo as competições, como na Stock Car, na Linea, na nova categoria - a Mercedes, que estão tendo um impulso muito forte e, também, de pilotos querendo participar. E nossos irmãos argentinos "estão só de olho" na gente. Essa nova categoria do Brasileiro de Marcas vai ser muito parecida com a TC 2000 da Argentina. E possível, até, que em uns dois ou três anos venham a fazer um "misto" da TC 2000 (argentina) com a nova Marcas brasileira.
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Comentários
Fred Filho
Abraços
Wilton Neto
Realmente essa dupla, Beto e Schuback, é essencial para o automobilismo do Rio de Janeiro!
Abraço
To na torcida para te ver correndo no brasileiro de marcas. Se te derem um bom carro, vai dar muito trabalho para os concorrentes.
Também acho que a moçada aí pelo Brasil vai ter que se virar pra segurar o Beto! E quem será esse parceiro misterioso???
Abraço,
Abraços !!!!!
Obrigado. O Beto merece todos os cumprimentos! Quanto ao Brasileiro de Marcas, espero que dê chance a outros pilotos, e que não seja tão caro. Mas, até agora, não há maiores detalhes. Vamos aguardar ...
Abração e parabéns por sua atuação em 2010!
Abraços !!!
Quanto ao Brasileiro de Marcas, fico tentando adivinhar o que esse pessoal da CBA tem na cabeça: porque não fazer um Brasileiro de Marcas com Pálio (novo), Gol G5, Fiesta, Sandero ou Clio, 207... isso sim, seria um brasileiro de marcas acessível.
Acho que tem gente ganhando muita grana com a elaboração e condução destes campeonatos. A Linea já é cara e seletiva...
E dizem que querem o bem do automobilismo brasileiro..
Abraço a todos e Boas Festas!
É verdade, a Equipe Carvalhal teve uma partipação fundamental nessas conquistas e, mesmo, já enviei meus cumprimentos ao Murilo e a todo o time de mecânicos. Quanto ao Brasileiro de Marcas temos que aguardar, até que o regulamento esteja definido. Acredito, no entanto, que o Campeonato deva ter um nível mais alto que os regionais, para que possamos, em um futuro, ter, até, um campeonato continental, a exemplo do que acontece na Europa. Seria mais um estímulo para os pilotos que não pretendem se direcionar para as Formulas.
Abração e Boas Festas para todos aí em Vitória!
Não sei se faz parte do meio automobilístico do Rio ou se é apenas um admirador do esporte, mas posso lhe afirmar que a "conhecida" Equipe Carvalhal, "até agora"
detém um dos maiores números de tìtulos conquistados em campeonatos cariocas com seus pilotos sempre disputando as primeiras colocações em todas as provas dos campeonatos.
Seria prudente, se informar melhor antes de publicar algo que fuja ao seu conhecimento, pois a equipe que se referiu, certamente não é a Equipe Carvalhal.
Bom Natal e um Próspero 2011.
Murilo Carvalhal & Equipe.
Para os pilotos dos "regionais", seria muito mais fácil correr com Gol, Corsa (novo), Pálio, Fiesta, etc.
As categorias que estão surgindo são um pouco fora da realidade brasileira, e encantam os aficcionados mas tem custo "proibitivo" para a grande maioria dos pilotos e equipes participantes dos regionais.
Foi realmente uma bela conquista do Beto e de sua equipe.
Desejo a você e sua família um grande Natal e um 2011 de muita alegria e sucesso!
Abraço,
Abraços !!!
Acalme-se homem! (rs)
Boas festas a todos!
Feliz Natal e um ótimo 2011!
É com muito prazer que tenho feito a cobertura do automobilismo do Rio de Janeiro nesses últimos 14 meses, desde que o velocidadeRio.com foi criado, a princípio como Blog e, desde Julho passado, como um Portal de notícias. Nosso objetivo é continuar desenvolvendo um canal eficiente de divulgação e de apoio ao esporte no Estado do Rio e, em especial, aos esportistas que, como você, suas equipes, membros da FAERJ e do Rio Motor Racing Club e, claro, de todos os aficionados, resistem e mantêm vivo o automobilismo do Rio. Foi um prazer entrevistar você e poder divulgar um pouco mais sobre sua vida, dentro e fora das pistas.
Um forte abraço !
Boa sorte na temporada de 2011.
Vladimir e Caio sampaio
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