ENTREVISTA COM O PILOTO JORGE CLAUDIO SCHUBACK

Jorge Schuback, após o 2ª lugar na 14ª Etapa do Campeonato 2010, no dia da entrevista.
O velocidadeRio.com entrevistou , no último dia 10 de Outubro de 2010, o piloto da categoria Turismo Marcas, Jorge Schuback, no Autoódromo Internacional Nelson Piquet - Jacarepaguá.
Jorge Schuback continua, aos 67 anos, a desafiar o tempo e a dar lições de vigor, garra , competitividade e, especialmente, de profundo amor pelo automobilismo brasileiro. Simples, afável, bem humorado, Jorge recebeu este repórter e falou, um pouco de sua trajetória no automobilismo carioca e brasileiro.
O começo de tudo
vRio– Jorge eu vi você correr há muitos anos atrás, a gente comentou a respeito. Quando você começou, efetivamente a sua "carreira" de piloto?
Jorge Schuback – Comecei em 1964, um ano em que, praticamente, começava tudo, inclusive, (nesse ano) o Emerson correu no Fundão (Ilha)com um 1093 do Mazza, do Décio e do Hélio, e por infelicidade bateu no meio-fio, naquela época tinha meio-fio e capotou. Aquilo ali foi, praticamente é o início de tudo.
vRio – A sua relação com o automobilismo, com corrida, é anterior a isso, pelo que você comentou. Você me disse, inclusive, que andou de moto...
Schuback – Isso foi em 1959. O Luigi Ciai, que faleceu esse ano, era tri-campeão italiano e também tri-campeão no Brasil. Meu pai, que gostava muito de automobilismo e motociclismo conhecia ele . Daí o Ciai me incentivou a fazer uma corrida de motos no Maracanã (em torno do Estádio). Ele preparou uma moto pra mim e eu cheguei em terceiro, nessa época, logo na primeira corrida.
vRio – Você começou a competir em uma época que kart era embrionário no Brasil. Eram aqueles karts com uma estrutura que mais parecia de arame. Você chegou a andar de kart? Mesmo por brincadeira?
Schuback – Eu andei sim . Competi de kart. Meu filho tinha acabo de nascer. Eu falei pra minha mulher: "Vamos levar ele pra corrida. Ela tinha um mês (de idade) e ficou chorando o tempo todo da corrida. Foi uma corrida no Maqui Mundi (na Barra), onde corríamos, eu, Paim, Jaiminho Figueiredo, Jorginho Freitas, enfim o pessoal todo que adorava isso, só que os kart era muito simples. Era o início de tudo. Não eram pneus slick, eram aquelas rodas fininhas. A gente corria no kartódromo que tinha no Maqui Mundi. A gente chamava de Pantera Cor de Rosa. Também tinha um sítio alí chamado Pantera Cor de Rosa, Nós ficávamos lá. E tinha competição. Tinha competição, mesmo, pra valer.
vRio – Você se lembra do ano?
Schuback – Deve ter sido 1963. Entre 63 e 68. Mais ou menos isso.
vRio – Você já havia começado acorrer em moto. O kart, veio, então, posterior à moto.
Schuback – Exatamente, posterior à moto. Tudo no automobilismo começa no kart. (modernamente). Depois do kart você vai querendo mais. O kart foi início de tudo. A moto foi, assim ..., um escorregão. O certo é você começar pelo kart, pegando experiência, sensibilidade. O kart é muito sensível. E naquela época era mais sensível ainda, porque não tinha a tecnologia que os karts têm hoje. Então, era mais difícil de guiar. As rodas eram estreitas, uma série de dificuldades por que nós passávamos. Era o início. Era aquilo que nós tínhamos, naquele momento.
vRio – Após sua estreia no Fundão, na mesma prova em que o Emerson estreou com foi a sua trajetória? Que provas e campeonatos você disputou? E Fora corridas em pistas, de que outras modalidades você participou?

O já famoso Gol n° 25 de Jorge Schuback rasga a reta dos boxes
Schuback – Bem, aqui o Rio eram provas esporádicas. Então a gente disputava o campeonato local, ainda começando, com provas na Barra e no Fundão. Tinha as subidas de montanha no Alto da Boa Vista, Estrada das Canoas, Estrada das Furnas, estrada de Petrópolis (N.R. aquela, estreitinha), Teresópolis. E arrancada que a gente disputava lá no final da Avenida Brasil. Além disso, corri também em Interlagos, em provas de 1000 km, os 1000 km de Brasília, em pista de rua, em dupla com o Fábio Crespi, e outras. A partir de 1986 participei da Copa Shell – Brasileiro da Marcas e Pilotos, que eram provas, basicamente, de "endurance". Duas, horas, três, quatro, 6 horas. Corri também em Tarumã, Guaporé e outras pistas. Fiquei na Copa Shell até 1994, foram 12 anos. Participei, também, de rallyes. Fiz parte da equipe Willys. De 1982 a 1986 houve um hiato na carreira. As provas locais haviam sido proibidas pelo governo por causa da crise dos combustíveis. No automobilismo de Rio, nem me lembro quanto anos são. Mas acho que já cheguei às 1000 largadas.
vRio – E os títulos conquistados?
Schuback – Bom, teve 2 campeonatos brasileiros, pela Copa Shell, categoria B. Alguns vice-campeonatos, terceiros lugares...
O OUTRO LADO ...
vRio – Bem, você tem toda a sua vida profissional, ligada ao automóvel. Fora do automobilismo de competição, você se dedicou à comercialização de carros. Uma coisa levou à outra?
Schuback – Não, não. Foi ao contrário. Eu era garotinho e meu pai aficionado do automobilismo. Ele me deu um carrinho de pedal em que eu levava minha irmã (de carona). Hoje é o meu netinho. Eu sempre adorei carro. Foi daí que despertou o motociclismo, o kart, foi por aí. Já nasci tomando mamadeira com gasolina (risos).
vRio - Bom, esse seu lado de comerciante. Desde quando você trabalha com automóveis?
Schuback – Na realidade eu não era nem pra trabalhar com automóvel. Meu pai era advogado. Eu fiz Direito, me formei. Só que quando eu estava no terceiro para o quarto ano de Direito meu pai faleceu. Nessa época um amigo meu de São Paulo perguntou se eu queria trabalhar numa concessionária Volkswagen. Como eu entendia muito de mecânica eu comecei a trabalhar nessa concessionária como consultor técnico. Foi meu início trabalhando sempre em concessionária. Trabalhei lá durante alguns anos, era a Cariocar. Depois, abri uma oficina própria que acabei vendendo. Fui pra outra concessionária, na Tijuca, chamada Convepe onde trabalhei alguns anos e cheguei a ser diretor. Depois acabei me tornando sócio de um dos proprietários e abrimos a Disnave, concessionária Volkswagen. Depois tive outra também Volkswagen: a Automac. Fui sócio do Nelsinho da PSV numa concessionária BMW e agora tenho a concessão da SsangYong, coreana.
vRio – Ou seja desde os seus 18 anos você trabalha com motores – seja moto ou carro, competindo ou comercializando, você esteve sempre ligado ao "ramo".
Schuback – Sim, porque quando eu comecei, ainda no terceiro ano da faculdade, eu tinha uns 20 pra 21 anos. Estudava à noite e trabalhava durante o dia. Primeiro na área técnica depois na comercial, e fui crescendo dentro da marca Volkswagen, principalmente. Cheguei a ser presidente do conselho regional de todos os concessionários Volks. Trabalhei na Autoguassú, também Volks , a BMW e, agora, eu me dedico aos carros coreanos, em que acredito muito (SsangYong).
vRio – E na vida pessoal? Sua família? Alguém ligado ao esporte?
Schuback – Bem sou caso com Lígia e temos dois filhos; Sandro, que é solteiro e Sabrina, casada e que me deu dois netinhos: o Alexandrinho de 5 anos e a Sofia de 3 aninhos. Minha esposa, e meus filhos trabalham em uma empresa de Marketing e Assessoria de Imprensa, que temos, e também no Morar Mais. O Alexandrinho, ano que vem, começa no Kart, tendo a Suzane Carvalho como instrutora.
DE VOLTA ÀS COMPETIÇÕES
vRio – Voltando ao automobilismo de competição. Que paralelo você pode traçar entre aquela época, que a gente chamava de heróica do automobilismo do Rio, em que você começou, e a atua? Como foi esse período de desenvolvimento ou de declínio do automobilismo do Rio de Janeiro?
Schuback – Bem, declínio houve é no Rio de Janeiro. Porque no Brasil todo foi o contrário. O Brasil todo cresce (no automobilismo). Você vê; a Formula Truck é um sucesso, a Stock Car é um sucesso, a Copa Itaipava GT(GT3/GT4), a Copa Porsche são sucessos e agora, o Linea, é um sucesso também. O único lugar que andou pra trás foi o Rio de Janeiro. Nós tínhamos o melhor autódromo do Brasil – o mais seguro, perdemos; Formula Um, perdemos; Formula Indy, perdemos; Mundial de Motovelocidade, perdemos, e tendo a "ferramenta" que nó tínhamos – o melhor autódromo do Brasil. Agora estou muito triste porque vejo o nosso autódromo todo "demolido", vamos dizer assim. Estamos usando parte do autódromo. E temos três "elefantes brancos": um velódromo, que pouco se usa, o Maria Lenk (parque aquático) e uma "arena multiuso". Passei outro dia lá em frente e tinha um show, também pouco usado. Eles delapidaram o nosso autódromo, (em troca) por três elefantes brancos que não estão sendo utilizados (ou pouco).
vRio – E o que você acha da possibilidade do novo autódromo, já que, parece inevitável, que esse autódromo (Jacarepaguá) seja cedido para o Comitê Olímpico (COB). Existe aquele famoso acordo. Você acredita que esse novo autódromo (Deodoro) venha existir e que seja uma solução?
Schuback – Eu acredito que sim. Porque o acordo que foi feito entra a CBA e a Prefeitura diz que esse autódromo aqui será "entregue" na hora em que for "entregue" o do Deodoro. O que eu acho, acho não, porque essa palavra "acho" é muito ruim. Eu tenho certeza de que isso vai acontecer porque o Rio não pode ficar sem autódromo. O Rio de Janeiro tem que voltar a ter competições de Formula Um como tem lá em São Paulo, que eleva divisas, não só para o comércio mas, também, para o setor hoteleiro, para o turismo. A cidade (São Paulo) é conhecida no mundo todo. E nós tínhamos esse privilégio e perdemos. Nós temos que retomar isso. O próximo Prefeito, o próximo Governador têm que brigar por isso. Nós temos que trazer de volta a F1, as Motos e manter a Stock Car, a Truck para recolocar o Rio de Janeiro no lugar que ele merece, no automobilismo.
vRio – Você que acompanhou a construção de Jacarepaguá, desde o início, todas as "inaugurações" que se fez aqui. Jacarepaguá era considerado muito longe do centro do Rio e hoje é, praticamente, o "centro" da cidade, com a Barra. Como você avalia a localização do novo autódromo em Deodoro.
Schuback – Eu sou do Rio. Vi a construção do Autódromo. Inclusive comprei cadeiras "cativas" que paguei e nunca recebi nenhuma cadeira. Então, o Autódromo tinha uma promessa, que foi cumprida em parte. Ficou maravilhoso. Quando a gente vinha pra cá vinha por estrada de barro, terra. Os boxes eram a metade do que tem hoje. Menos da metade, até. Tinha a torre e alguns boxes. E a área de trás era toda de chão. Nós tínhamos lago aqui. Junto à pista. Se você bobeasse podia sair da pista e cair no lago. Foi sendo remodelado e acabou sendo o que foi – uma maravilha de autódromo. Com relação ao autódromo novo, eu tenho que acreditar. Tenho que acreditar no prefeito, no governador, na FAERJ, na CBA. Porque se eu não acreditasse eu nem estaria aqui, agora. Eu já teria parado. Você vê; eu um dos últimos (veteranos) que continua frequentando e competindo, com a idade que eu estou. E é o que falo sempre: na hora em que eu deixar de ser competitivo, eu paro. Mas, hoje, ainda me sinto competitivo porque eu consigo "andar com os meninos". Na hora em que eu vir que "estou andando pra trás", aí eu vou ser instrutor, vou dar orientação pros mais jovens.
vRio – Para finalizar, o que você pode dizer sobre o "nosso" campeonato de Turismo, deste ano, que está sendo um ano muito disputado.
Schuback – É, se eu descartar um resultado da última corrida em que meu carro teve problema, eu estou liderando o campeonato. Sem o descarte, eu estou três pontos atrás do Beto Sansom (a entrevista foi antes da 13ª etapa em que Schuback teve que abandonar por quebra da caixa de marchas). Nós temos, ainda, quatro provas pela frente e eu espero ganhar esse campeonato. Vou fazer tudo pra ganhar esse campeonato, porque , ano passado, eu perdi o campeonato por um ponto. Ganhei as três últimas corridas, de quatro. Na última, eu cheguei em segundo e perdi o campeonato por um ponto. Mas perdi o campeonato porque fui desclassificado em uma das provas. Nessa desclassificação perdi 18 pontos. Foi uma falha minha. Meu carro teve uma pane, eu acabei entrando no box, o que não pode, o carro tem que ficar do lado de fora e eu perdi 18 pontos. Então, eu fui "campeão moral". E tem mais uma coisa, Ano passado, perdi por um ponto deixando de fazer uma etapa. Uma etapa representa duas corridas. ( N.R. a nomenclatura etapa/rodada é meio confusa, hoje cada corrida ou prova é chamada de etapa), com certeza, mesmo perdendo os 18 pontos, eu teria sido campeão. E esse ano eu não quero perder essa oportunidade. Esse ano eu quero ser campeão, não tem jeito !!!
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Comentários
Parabens ao velocidadeRio por mais uma entrevista muito interessante! É muito legal poder ler a respeito de um automobilismo que eu mal conheci, no meu tempo já foi tudo muito diferente, e acho que até com menos glamour.
Parabens também ao Schuback, por toda essa história, e pelo campeonato desse ano, mas cuidado que eu to chegando hein? rsrs
Grande Abraço!
Obrigado. Foi com grande prazer que fiz essa entrevista com o Schuback. Na verdade foi um grande e longo bate-papo sobre uma época que, também eu vivenciei. É legal poder olhar pra trás e lembrarmo-nos de boas experiâncias. E, mais ainda, ligadas ao automobilismo. O vídeo da corrida na Barra retrata bem aqueles "tempos heróicos" que, sem saudosismos, relembramos agora.
Quanto ao campeonato, vocês dois que se cuidem. Tem um monte de gaviões querendo beliscar esse título !!!
Boa sorte!
Abraços
Obrigado. Fiquei, também, muito feliz por poder entrevistar o Schuback. Foi , ainda, um momento para recordar a época em que ir à Bara pra ver corridas era uma "África" pra quem, como eu, não possuia carro. Ou, então, iri ao Fundão. Mas era estimulante.
O Schuback é realmente um ícone de esporte carioca, e um exemplo pra que m gosta e pra quem pratica o automobilismo!
Abraço
O mais difícil nessa entrevista foi ter que terminá-la. Por minha vontade tinha ficado horas ouvindo o Schuback. Um verdadeiro prazer ouvir o que ele tem pra contar dessa incrível história do automobilismo carioca e brasileiro!
Quem sabe o prosseguimento algum outro dia?
Abração
Bom dia
Parabéns, ao Piloto Jorge Schuback e ao reporter Carlos Alvim (site www.velocidadeRio.com), pela bela matéria feita com o Piloto mais experiente em atividade no nosso automobilismo Carioca.
Parabéns a toda a sua equipe, que proporciona esse prazer ao Jorge Schuback de ser competitivo, sempre na Briga pelo Titulo.
Como Piloto você é a referencia, para os mais Novos,
como Pessoa (humildade, respeito, dedicação ao esporte, carater nota 1000,) Valeu Piloto!!!!!
Jorge, que Papai do Céu, ilumine seu caminho com força e prazer, para mais de 1000 largadas!
Quem sabe esse titulo será seu!
CAMPEÃO ESTADUAL DE 2010!
Senhores
Aproveito para dar Parabéns ao Piloto Ulisses Silva, pela bela corrida, colocando seu Clio na Briga pelo 5 primeiros lugares!
Acredito, que no próximo ano, teremos novos Clios na pista!
Obrigado,
A equipe WEST RACING, que nos ajudou nessa nova estrutura para o Clio!
Zé Cláudio, Chefe da equipe West,
Agradeço a você pela dedicação e trabalho, feito em conjunto com nossos amigos de SP, pelo carro, estrutura e pela competência,Val eu Zé!
Quem sabe na próxima, teremos um carro um pouco mais acertado para essa ultima etapa! só um pouquinho mais!!!
AO
Nosso amigo e Piloto Maurício, que com toda a sua experiencia, nos ajudou no acerto desse carro!
Valeu Piloto,
Voce fez uma bela corrida!!!!
O Clio
Pela primeira vez na pista de Jacarepagua, virou um bom tempo, vamos juntos melhorar, aumentar o Grid Carioca, sendo competitivo com os outros carros de marcas diferentes!
Agradeço
Carlão Preparador e Chefe de Equipe em SP!
Chefe da Equipe da Copa Clio no qual Ulisses vez a temporada passada do Brasileiro e hoje é nosso Chefe no Trofeu Linea,
não mediu esforços para entregar o carro para essa etapa! Sabemos que temos muita coisa para desenvolver, pois essa foi sua primeira ida a Pista!
Obrigado Carlão!!
Ao Sérgio,
Preparador de Motor em Sp,
Obrigado pelo belo motor!!!!!,
Esse também não médio tempo e nem esforços para desenvolver pela primeira vez esse motor!
Vamos juntos trabalhar para o melhor,
No próximo ano, Quem sabe na briga pelo Titulo!
E agora ao,
Piloto Ulisses, que bela corrida, VALEU irmão!
Andando pela primeira vez em SEU CLIO, vez um belo tempo, e uma bela corrida de recuperação!
PARABÉNS A TODOS!
JUNTOS SOMOS UMA EQUIPE, SOZINHO NÃO SOMOS NADA!!!!!
JUNTOS SOMAMOS RESULTADOS PARA TODOS!!!!!!
JUNTOS TRABALHAMOS MAIS FELIZES!!!!
JUNTOS TEMOS PRAZER EM CORRER!!!
JUNTOS PODEMOS DAR UM SHOW DENTRO E FORA DA PISTA!!!
Uma bela historia de vida nas pistas!
É o cara!
Jorge schuback, Parabéns por ser essa pessoa com esse significado tão Grande para o Automobilismo Nacional e principalmente aos Cariocas!
Obrigado
Fábio Silva
Obrigado por suas palavras. Quanto ao Jorge, acho que tudo o que se disser poderá ser pouco.
E ao pessoal da West Racing, Zé Claudio, Mauricicio e Ulisses os nossos parabéns,também !
Abraço
Uma dúvida, não seria ele o piloto brasileiro em atividade com mais tempo de automobilismo ?
Show o filme da corrida na Barra, muito legal.
Luciano silva
E põe história pra neto nisso!
Na verdade, confesso não saber dizer, de pronto, quem é o piloto brasileiro com mais longa "rodagem".Tem o Pedro Muffato, o Muffatão, hoje na F-Truck, que completou 70 anos há uns dois meses. Muffatão é das antigas! Mas acho que é páreo duro! Taí, vale uma pesquisa!
Abraço
Abraços
Wilton Neto.
Obrigado. Creio que o Schuback é uma dessas poucas unanimidades no esporte! Este sim, é "o Cara" !
Abraço
Shuback voce é uma referencia para todos nos pilotos brasileiros que amam o que fazem nas pistas de corridas desse imenso brasil.
abraços
beto sansom.
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