No artigo sobre as provas do Itaipava GT Brasil, nos dias 16/17/18, últimos, comentei sobre a quase tragédia, que poderia ter acontecido, em razão do incêndio em um dos boxes, logo após a primeira prova do sábado, 16. Não fosse a rapidez do pessoal do resgate e emergência, que debelou rapidamente as chamas, não se sabe o que poderia ter acontecido.
Hoje, em conversa com Djalma de Faria Neves, da FAERJ, eu soube, afinal, o que ocasionou o incêndio. Nada de cigarro, ou curto em tomada, como disseram muitos. Eu próprio fui informado a respeito de um tal curto na tomada. Em verdade, o que ocorreu, segundo o Djalma, foi que durante a operação de drenagem do tanque de combustível da Ginetta G50 nª 82, após a corrida, a bateria da bomba de drenagem, utilizada para essa operação, teria liberado uma fagulha que, em contato com o vapor da gasolina do tanque do carro, teria provocado a combustão do líquido, que rapidamente se espalhou.
Esse procedimento de drenagem do tanque é padrão e serve para aferir o real peso do carro e o vão livre do chão, o que só é possível com o tanque totalmente vazio e o carro livre de carga.

O pessoal da emergência faz o trabalho de rescaldo nos boxes