ESCLARECENDO OS FATOS
Hoje, em conversa com Djalma de Faria Neves, da FAERJ, eu soube, afinal, o que ocasionou o incêndio. Nada de cigarro, ou curto em tomada, como disseram muitos. Eu próprio fui informado a respeito de um tal curto na tomada. Em verdade, o que ocorreu, segundo o Djalma, foi que durante a operação de drenagem do tanque de combustível da Ginetta G50 nª 82, após a corrida, a bateria da bomba de drenagem, utilizada para essa operação, teria liberado uma fagulha que, em contato com o vapor da gasolina do tanque do carro, teria provocado a combustão do líquido, que rapidamente se espalhou.
Esse procedimento de drenagem do tanque é padrão e serve para aferir o real peso do carro e o vão livre do chão, o que só é possível com o tanque totalmente vazio e o carro livre de carga.

O pessoal da emergência faz o trabalho de rescaldo nos boxes
Com a intervenção rápida do pessoal da emergência, esse primeiro foco foi debelado. Devido a rapidez com que se propagou, o fogo queimou equipamentos que estavam ligados à corrente elétrica. Ao tentarem "desplugar" esses equipamentos, justamente para evitar curtos, nova centelha aconteceu, reiniciando o fogo, que foi igualmente apagado com os extintores. Foi, inclusive, nesta hora, que se queimou o Euler Novaes, que combatia o incêndio. Felizmente foram queimaduras de pouca gravidade.
Passado o susto, já no dia seguinte, pela manhã, pouco restou que denunciasse que havia ocorrido tal incêndio. No box, apenas uma parte de uma das paredes chamuscada, o chão obviamente manchado pela espuma dos extintores e algumas partes do teto, também efetadas. Quanto à Ginetta envolvida diretamente no incidente, esta foi lavada e, pela manhã, lá estava pronta para o warm-up e para a largada da prova de domingo.

A Ginetta G50, rapidamente levada para fora do box, coberta de espuma
De qualquer modo, de agora em diante, a atenção deverá ser redobrada para que outros acidentes não aconteçam, de novo.
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Comentários
Pareceu um erro infantil, principalmente para esses caras que estão mais do que acostumados a fazer esse tipo de coisa, mas, acidentes acontecem e servem de exemplo para se redobrar a atenção.
Alô Maurício,
Na verdade o que aconteceu é coisa rara, segundo fui informado. A drenagem do combustível é procedimento padrão e operação realizada em todas as categorias. Não se tem notícia, ao menos nos autódromos tupiniquins, de problemas semelhantes ocorridos nesses equipamentos de drenagem. Agora, porém, já sabendo desta possibilidade, é prevenir para evitar novas ocorrências. Abraço
Obrigado e muito sucesso, um forte abraço.
Joir de Lacaille
Editor / Diretor
www.gt-one.zip.net
Obrigado pela força!
Abração
O novo layout do site também ficou muito legal, parabéns por tudo.
Abraços!
Obrigado pela visita e pela força. Logo logo tem mais fotos em novas galerias.
Abraço
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